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domingo, 6 de julho de 2014

FRAGMENTOS DO ROMANCE: A SOMBRA DAS MONTANHAS



               — Boa tarde, seu Dámaso. Esses andorinhões tiram o nosso sossego.
 Eles voam por dentro da minha quitanda fazendo estragos nos sacos de fubá e de feijão. Minha mulher diz que estou contra a natureza, alegando que eles têm uma tarefa especial, de detectar os insetos em voo.
O barulho das asas dos andorinhões impede que Dámaso o escute. Ele o convida a sentar-se ao seu lado.
— O que você falou Heládio?
— Eu disse que os andorinhões também voam dentro da minha quitanda. Eu gosto de vê-los voando, mas às vezes são oportunistas, devoram tudo!
— Sente-se. Vamos conversar um pouco. Hoje o mercado está muito movimentado devido à chegada de uns imigrantes, que vieram construir a ferrovia. Dizem por aí que é um megaprojeto do governo.
      Dámaso, com seu caráter irredutível, acredita que o projeto causará a perda dos valores históricos de Santana dos Campos. Ele questiona várias pessoas, a fim de saber de onde vem aquela empresa que quer usurpar a tranquilidade e o sono dos moradores. E comenta:
— As plantações da nossa região eram verdes como esmeraldas. Somente o bando de sanhaço e andorinhões posava nelas. Agora, presenciamos as folhas queimadas e as máquinas, como violentos monstros, que estremecem a terra, derrubando os frutos. O futuro está sob a ameaça dos gigantes de consciências negras.— Boa tarde, seu Dámaso. Esses andorinhões tiram o nosso sossego.
 Eles voam por dentro da minha quitanda fazendo estragos nos sacos de fubá e de feijão. Minha mulher diz que estou contra a natureza, alegando que eles têm uma tarefa especial, de detectar os insetos em voo.
O barulho das asas dos andorinhões impede que Dámaso o escute. Ele o convida a sentar-se ao seu lado.
— O que você falou Heládio?
— Eu disse que os andorinhões também voam dentro da minha quitanda. Eu gosto de vê-los voando, mas às vezes são oportunistas, devoram tudo!
— Sente-se. Vamos conversar um pouco. Hoje o mercado está muito movimentado devido à chegada de uns imigrantes, que vieram construir a ferrovia. Dizem por aí que é um megaprojeto do governo.
      Dámaso, com seu caráter irredutível, acredita que o projeto causará a perda dos valores históricos de Santana dos Campos. Ele questiona várias pessoas, a fim de saber de onde vem aquela empresa que quer usurpar a tranquilidade e o sono dos moradores. E comenta:
— As plantações da nossa região eram verdes como esmeraldas. Somente o bando de sanhaço e andorinhões posava nelas. Agora, presenciamos as folhas queimadas e as máquinas, como violentos monstros, que estremecem a terra, derrubando os frutos. O futuro está sob a ameaça dos gigantes de consciências negras.




                 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

O CURIÓ


No horizonte desponta-se o solAs manhãs festivas de lindas sinfoniasNo galho de imbuia ouve-se um curió.
Plena reflexão ao surgir o dia. 

Ele vivia em união no arvoredo

Mas uma triste manhã houve luto
Mataram seus irmãos logo cedo
Um caçador rebelde, e devoluto.

Era arrogante achava-se valente
Cometeu um dano em silêncio matinal,
Tirou a vida dos seres inocentes
Os pássaros clamam a paz mundial!
              

sexta-feira, 2 de maio de 2014

CONVITE

               Câmara Municipal de Guarujá
                        Estado de São Paulo

                  O Legislativo Santamarense, através de seu Presidente Vereador Marcelo Squassoni, tem a honra de convidar Vossa senhoria e família para a noite de autógrafos do livro “A SOMBRA DAS MONTANHAS” DE AUTORIA DE NEVES MARIA MARQUES.

  Data: 08 de maio de 2014 Quinta- feira
Local: Espaço Cultural vereador Alberto Marques
Endereço: Av. Leomil nº 291 – Pitangueiras
                    Horário: 18:00 horas.




domingo, 13 de abril de 2014

www.blogescrevo.blogspot.com.br: www.blogescrevo.blogspot.com.br: VALEU APENA

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FLUTUANDO

                                 
                               

Por que atormentas e me deixas louco?

Vento impetuoso são minhas noites,

A dor que sinto no coração é de parto

Madrugo triste pela cidade roto.

Mísero e andarilho vivo a vagar

Numa solidão pensando em ti

Com o céu estrelado faço versos

Canto serenata na noite de luar.

Tudo eu daria para ser amado

Esqueço as tristezas, recomeço o dia
                      
                        Chego a pensar que flutuo até o céu.
                       
                        Querida,  não quero apenas ser consolado.


domingo, 6 de abril de 2014

www.blogescrevo.blogspot.com.br: VALEU APENA

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